sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Como abençoar nossos filhos.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017


Um costume antigo que os pais e as mães podem repetir todos os dias!
Atenção, papais e mamães! Vocês têm uma linda missão de vida: apresentar seus filhos a Deus. O Catecismo da Igreja Católica explica que: “Pela graça do sacramento do matrimônio, os pais receberam a responsabilidade e o privilégio de evangelizar os filhos. Desde tenra idade devem iniciá-los nos mistérios da fé, de que são os «primeiros arautos». Hão de associá-los, desde a sua primeira infância, à vida da Igreja. A maneira como se vive em família pode alimentar as disposições afetivas, que durante toda a vida permanecem como autêntico preâmbulo e esteio de uma fé viva.”(CIC 2225).
Com toda certeza, esta não é uma tarefa fácil. Frequentemente, pode até parecer infrutífera. E digo mais: talvez nós nunca vamos saber a influência religiosa que tivemos sobre nossos filhos. Mas é preciso exercê-la.

Uma parte importante da “evangelização” de nossos filhos é bastante simples e muito antiga. É a chamada “Bênção Parental”, que consiste na habilidade de derramar as bênçãos de Deus sobre nossos filhos. Como pais e mães, temos o dever de confiar nossos filhos a Deus e nossas orações têm um duplo efeito sobre eles. Por quê? Porque Deus nos deu nossos filhos e é nosso dever devolvê-los a Ele.
Exemplos de Bênçãos Parentais podem ser encontrados ao longo do Antigo Testamento. Um dos exemplos mais conhecidos é o de Isaac, que abençoa seu filho Jacó (cf Gênesis 27).
Em Números, está a conhecida Bênção Aarônica ou Bênção Sacerdotal: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz” (Números 6:24-26). Linda e verdadeira, não é?
Outra Bênção Parental pode ser encontrada no livro de Tobias, onde Tobit abençoa seu filho Tobias, que está prestes a partir para uma viagem: “Que Deus nos céus te proteja no teu caminho e te traga salvo de volta pra mim; que o teu anjo te acompanhe” (Tobias 5:17).
Todas essas orações você pode recitar para seus filhos. Outra maneira simples de fazer isso seria pegar um pouco de água benta (se disponível) e traçar o sinal da cruz na mão direita de seu filho (ou simplesmente colocar a mão na cabeça dele). Ao fazer isso, você pode rezar qualquer uma das orações acima, ou apenas dizer: “Que Deus o abençoe em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
Não existe uma fórmula definida para a oração de bênção dos filhos. Ela pode até ser espontânea. O importante é invocar a bênção de Deus sobre eles, reconhecendo o poder que Ele lhe deu como pai ou mãe.
Este tipo de bênção é comumente feita na hora de dormir, mas também pode ser aplicada antes de seu filho ir para a escola, embarcar em um ônibus ou fazer uma viagem. Isso lhe dará conforto adicional para saber que Deus está com eles enquanto eles saem de sua casa e um anjo está a seu lado a cada passo do caminho.
Não é fácil ser pai e mãe e ter que ensinar a fé aos filhos. No entanto, com a ajuda de Deus, todas as coisas são possíveis. E eles, um dia, vão te agradecer por isso.

Via: Aleteia

“Eu te amo” é um jeito bonito de dizer: o mundo é melhor porque você existe.



Tem gente que deixa a vida melhor, ué! Gente que faz a luta valer a pena, justifica as aporrinhações, os desencontros, compensa descaminhos e aborrecimentos. Gente que só de existir já devia ganhar o Nobel da Paz.
Difícil reconhecer, nestes tempos em que falar de sentimento virou sinal de fragilidade, mas o mundo só não afundou de vez porque ainda resistem por aí mais criaturas boas do que canalhas. E de quando em vez elas merecem, ahh… elas bem merecem ouvir um “eu te amo” de jeito, assim, verdadeiro e indefensável!

Em todo canto elas conspiram, articulam, fazem das suas em silêncio. Na intimidade de suas vidas, dão seu jeito de melhorar o dia de quem estiver perto.
Gente que torna o mundo mais bonito não tem medo, não tem pudores nem tem hora. Opera seu ofício na quietude de uma manhã qualquer, depois do café. Muda o dia durante o almoço de uma terça-feira sem graça ou numa noite igual a todas as outras noites, voltando para casa depois do trabalho. Transforma o tempo de repente, à tardinha, quando o sol amansa e um vento tranquilo faz carinho no cabelo das moças, ou de madrugada, depois que um sonho carinhoso nos desperta e o silêncio grita até acordar as saudades que dormem dentro da gente.
Tem gente que merece ouvir “eu te amo” a toda hora. Só pra lembrar. Não sem mais, não da boca para fora, mas da alma para dentro. De verdade, o sentimento ali, transpirando alegria e nobreza. Dizer “eu te amo” é um jeito bonito de assumir: você me faz gostar mais da vida, a minha, a sua e a de todo mundo.
Porque o mundo anda carecido de gente que faz de um tudo para torná-lo melhor. Gente que nos acostuma bem. Que nos faz sentir amor de algum jeito. Que nos lembra do que importa mesmo e nos faz perguntar no espelho: afinal, pra que serve a vida senão para isso, gostar de alguém e ser gostado também?
Elas estão por aí. É tarefa nossa identificá-las e jogar-lhes na cara um bom e gostoso “eu te amo” em nome do mundo, que agradece por ainda existir gente assim. Ao trabalho, então.

É preciso não ter medo de chover se quisermos florescer.



Guimarães Rosa dizia: “O que a vida quer de nós é coragem”, e eu concordo plenamente, pois somos a sucessão de escaladas e abismos, somos nossa tormenta e nossa redenção, o início e o fim de nossas inquietações. Travamos batalhas interiores diariamente, e conseguir conduzir nossos pensamentos, emoções e desejos a um lugar de paz é nosso maior desafio.
Outro dia assisti a um vídeo do filósofo Leandro Karnal e me encontrei em suas palavras. Ele dizia que o pensamento das mulheres é um pouco distinto ao dos homens no que se refere à zona de conforto. Dizia que os homens são mais inclinados a permanecer na zona de conforto, enquanto as mulheres procuram mergulhar mais profundamente em seus sentimentos e emoções. Resumindo: somos mais inclinadas a questionar, debater, trazer à tona aquilo que não é escancarado, mas não pode ser sufocado.

Às vezes, para conseguir escalar a cordilheira, a gente precisa recuar um pouco para recobrar o fôlego. Assim também acontece que, às vezes, para seguir em frente, precisamos nos reconciliar com nosso passado, com nossa história. Não temer destampar antigos curativos para que possam ventilar; arriscar cair um pouco para então se levantar; ousar desatar antigos nós para enfim continuar.
Olhar para trás e encarar o que doeu, o que feriu, o que machucou não é simples e não acontece da noite para o dia. Muitas vezes passam-se anos até que possamos ter coragem de rever a dor, para que ela não nos defina mais. Permanecer na zona de conforto nos protege, mas não nos ensina a transformar os cacos de vidro em novos vitrais.
Às vezes temos que dar um tempo nas linhas retas onde escrevemos nosso presente para rever as linhas tortas que deixamos para trás. Quem sabe assim a gente consiga acertar aquelas pautas também, nem sempre usando a borracha, mas entendendo e perdoando o contorno daquilo que de alguma forma saiu dos eixos. Só assim permanecemos livres e prontos para o que vem pela frente.
Eu acredito que, na maior parte do tempo, somos as experiências que vivemos, as pessoas que amamos, as saudades que deixamos, as escolhas que fizemos. Por isso, tudo precisa estar em equilíbrio; qualquer linha solta, mesmo que no início de tudo, pode modificar o desenho final. Muitas vezes preferimos não saber, não lidar com isso, não cutucar o vespeiro. Mas ele está ali. Mesmo que a gente não olhe pra ele, ele continua à espreita. Então é preciso coragem e disposição para sair da zona de conforto. Para ousar retroceder e só então alcançar o cume da montanha…

Eu não forço mais as coisas. O que flui, flui. O que termina, termina. E o que tiver que ser, será.



Eu não forço mais as coisas. O que flui, flui. O que termina, termina.  E o que tiver que ser, será.
E se não for, tudo bem, porque eu só tenho espaço e energia em minha vida, para pessoas e coisas que me façam feliz.
Temos uma mania feia de querer controlar tudo, na verdade eu diria até que somos audaciosos demais, quando achamos que as coisas vão acontecer quando e da maneira que a gente quiser. Estamos todos em uma jornada, estamos aqui para aprender a viver de verdade.

Não existem fórmulas secretas, ou respostas prontas.
Existe você, sua alma, seu espírito, e uma vida para ser usufruída. O desafio está em como você decide se posicionar diante de tudo o que te acontece durante a jornada.
O que vai te motivar? O dinheiro? O poder? A fama? O sucesso? Quem você vai querer impressionar e por que? A escolha é sua, e totalmente livre.
É preciso lembrar que para cada escolha, existe uma renúncia, e para cada ação, uma reação.
E por falar em escolhas, saiba que a todo momento decidimos os próximos capítulos de nossa vida, cada rua que viramos, cada ônibus que pegamos, cada pessoa que olhamos nos olhos, nos levarão, a algum lugar. Então cuidado com as suas escolhas.
Aprecie todos os presentes que Deus nos dá, seja grato pela liberdade de poder ser e fazer o que bem quiser, seja livre em sua essência, seja livre para deixar sua alma brilhar, e seu espírito evoluir.
Não se torne prisioneiro do passado.
O que não foi benção foi lição, e não uma sentença de morte.  Errou? Aprenda, não repita e apenas continue.
Independente de tudo, viva, encontre seu propósito, se apaixone pela simplicidade, se encante com as verdadeiras belezas, e não se engane com as falsas promessas e propagandas enganosas, nem tudo que reluz é ouro. Às vezes toda a beleza e fortuna de um diamante estão bem diante de você, e só é preciso um pouco de esforço e trabalho para lapidá-lo.
Molduras bonitas, não salvam quadros ruins, então olhe com os olhos da alma, e sobre tudo que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem às fontes de vida.

Via: O Segredo

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

4 formas de combater essa infinita inquietude chamada ansiedade.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017


Para enfrentar a ansiedade a primeira coisa que precisamos é saber reconhecê-la e, antes de tudo, não negá-la, já que dessa forma ela se tornará mais poderosa. Aceitá-la nos ajudará a controlá-la.
Nos dias de hoje a ansiedade é um dos problemas mais comuns em todo o mundo e muitas pessoas sofrem com ela.
Alguns a experimentam em estados mais avançados do que outros devido ao ritmo de vida ao qual se encontram submetidos.
Apesar de ser um sofrimento psicológico, nem todos os indivíduos são diagnosticados.
Porém, também não é necessário visitar um especialista para saber que estamos envoltos em um estado de ansiedade.

O que é a ansiedade?
Diante deste problema de características globais muitos se fazem essa pergunta com a finalidade de esclarecer as dúvidas a respeito da ansiedade.
- A pessoa que sofre de ansiedade se percebe de forma hiperativa ou inquieta. Na maioria das ocasiões esta inquietude não pode ser controlada.
- A sensação que mais impera nesta ordem de ideias é negativa. As pessoas com ansiedade sempre esperam que aconteçam coisas ruins, seja a elas mesmas ou a pessoas que as rodeiam.
- Na maioria dos casos a pessoa é consciente da existência do problema, mas não de sua origem, por isso se torna mais complexo controlá-la.
Tipos de ansiedade
A comunidade médica afirma que, quanto mais soubermos sobre os problemas sofridos, mais fácil será superar seu quadro sintomatológico.
Nessa ordem de ideias, vamos nos aprofundar em alguns aspectos dos diferentes tipos de ansiedade.
Estado de ansiedade
Este tipo de ansiedade pode ser causada por diversos acontecimentos. Uma vez que ocorrem, a pessoa reage de forma ansiosa.
Diante da ausência de processo e acompanhamento psicológico, pode ser como uma surpresa não muito agradável.
Traço de ansiedade
Por sua vez, o traço de ansiedade faz referência a uma pessoa que sofre do problema desde cedo, e na maioria dos casos se apresenta na infância.
Uma característica dos afetados por este problema é a reatividade. Diante de qualquer situação, se alteram e entram nesse estado de inquietude.
Formas de combater a ansiedade
Apesar de ser um problema complexo para o ser humano, não é necessário, em todos os episódios, recorrer ao controle médico.
Felizmente, existem diversas formas de tratá-la e combatê-la. Recomendamos os seguintes conselhos:
1. Aceitar a ansiedade
Como qualquer outro tipo de problema presente na vida, o primeiro passo para solucioná-lo é aceitar sua existência, suas causas e todos os efeitos que pode causar em si mesmo.
Com respeito à ansiedade, quanto mais a negarmos, mais dano pode causar.
Assim, diante de um episódio, o melhor é saber que está ali e não categorizá-la como algo ruim, já que isso pode causar mais preocupação do que deveria.
2. Detectar pensamentos irreais
O primeiro passo já está dado: aceitar a ansiedade na vida contribui de forma ampla para controlá-la.
A ideia agora é ser consciente de que ela causa um sem fim de pensamentos negativos na mente.
A maioria destes costumam estar relacionados com episódios irreais e ilógicos. Por isso, surge a necessidade de identificá-los e separá-los das preocupações com sentido.
Para conseguir fazer isso, basta estruturar uma série de perguntas básicas e simples. Ainda que a ajuda de outras pessoas possa ser um grande apoio, é recomendável fazer este exercício sozinho e mentalmente.
3. Amenizar as preocupações
Algo está claro na vida. Quando mais o tempo passa, mais aumentam os nossos deveres, as obrigações e responsabilidades. Tudo isso, sem dúvidas, entra de maneira negativa em nosso pensamento.
E mais, qualquer pessoa pode ficar ansiosa diante da acumulação de atividades.
Porém, e tendo em conta a ansiedade que se encontra latente na cabeça, é necessário analisar com cuidado que deveres, responsabilidades e obrigações são mais importantes.
Uma vez feito esse reconhecimento, planeje-se para deixar de lado aquelas atividades que não oferecem benefícios e que, a longo prazo, só aumentam a ansiedade.
4. Presentear-se com tempo
A rotina de uma pessoa não ansiosa tende a ser bastante ocupada. Agora, a de quem sofre deste problema é muito mais!
É que, além de desempenhar seus deveres normais, deve atender e amenizar os pensamentos irreais.

Porém, por mais pesado que o dia seja, sempre devemos tirar um tempo para nós mesmos. Isto se torna especialmente importante se é para fazer atividades que envolvam o relaxamento e a tranquilidade.
Existem alternativas mais simples do que outras, porém, todas podem oferecer seu grão de areia de contribuição.
Anime-se a:
- Assistir a um filme.
- Praticar técnicas de relaxamento ou respiração em casa.
- Praticar ioga ou pilates.
- Participar de um grupo de dança para principiantes.

Isso não é amor, é apenas um relacionamento possessivo e solitário.



Os relacionamentos são caixinhas de surpresas, alguns vão acontecendo aos poucos e outros chegam de repente. Alguns, aparecem sem muita intensidade, vontade e depois de um tempo se descobre um grande amor, enquanto que alguns queimam paixão, desejo e entrega imediata. Coisas do amor não tem como medir e muito menos prever, apenas acontece porque é sentimento.
Quando entramos em um relacionamento, vivemos os primeiros meses em estado de graça e em êxtase de sentimentos. Uma euforia de emoções toma conta dos dias, e quando percebemos estamos ali, na cena de um romance. Não tem nada mais gostoso do que sentir apaixonada, é verdade. Devemos viver um amor de corpo, alma e sentimentos, porém não podemos entrar em estado de anulação diante da nossa própria vida ou permitir que esse romance seja possessão.

Viver um relacionamento não tem a necessidade de afastar dos amigos, de deixar as coisas que gostava de fazer, e mudar a rotina para ficar compatível com a agenda dele. Não precisa nada disso, porque se isso acontecer, é dependência e não é amor. O amor não se importa com dedicação total, mas sim com a entrega verdadeira entre os dois. Amigos, trabalho, família e vida pessoal não atrapalham um relacionamento. O que não dá certo, é simplesmente se abandonar nos braços dele e não ser mais você.
Se você vive um amor dependente e solitário, que existe apenas vocês dois e mais ninguém, isto se chama prisão. Duas pessoas que se amam precisam ter suas vidas pessoais paralelas, porque faz o relacionamento amadurecer, e os dois descobrem que a vida está além de ficarem grudados um ao outro.
Essa possessão faz com que os dias se resumem na falta de diálogo entre o casal. Aquela obsessão em querer saber onde foi e com quem está, as brigas bobas por qualquer atraso mínimo e desconfianças, costumam melar ou passar do ponto o relacionamento.
Ninguém nasceu para ficar junto o tempo todo. Ninguém suporta um relacionamento em que ficar juntos é uma regra, porque um casal perfeito precisa de dedicação e de fidelidade garantida. Um casal para viver uma união harmoniosa e perfeita, precisa que saiam sozinhos com os amigos para momentos de descontração, precisa de fazer programas com a família e os colegas de trabalho sem a dependência um do outro.
Se há necessidades de apossarem um do outro, se há sufocamento, se há isolamento, se há dependência, aí existe dor, e algum dos dois não está feliz, certamente. É muito difícil ver casais felizes quando há submissão e alienação. Entregar e doar são segredos para dar certo, mas quando há pressões, fica provado que não é amor, é apenas um desejo de possuir e nada mais.
Amor não é prisão, não é cativeiro, não é posse. Amor é liberdade de ser quem você é. Amor é sentir feliz por fazer parte um da vida do outro, mas sem o isolamento imposto por ciúmes excessivos ou mania de apropriação. Amor é libertação.
Os relacionamentos são processos, são etapas, é viver o dia a dia com suas surpresas e improvisações. Ninguém descobre um amor do dia para a noite, porque é para se viver uma vida, então não existe pressa. Se esse amor tentar te surpreender com imposições, chantagens e posse, é melhor você ir embora, porque pode ir te magoando aos poucos até te enlouquecer.
Quando se trata de sentimentos, não existe bula, receita ou contraindicações, então, o jeito é viver intensamente, só não pode é se envolver com pessoas que são sinônimos de problemas, porque aquele encanto acaba virando feitiço.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Pai de 2 filhos vai lavar o cabelo no cabeleireiro. 3 dias depois, ele luta por sua vida no hospital.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017


Hoje em dia, todo o mundo tem cuidado com sua aparência. Por causa disso, as pessoas vão várias vezes no ano aos salões de beleza, cuidar e tratar de seus cabelos. Mas existe um grande perigo nesses estabelecimentos que muita gente não conhece. Esse pai de 2 filhos foi lavar seu cabelo e descobriu isso da pior forma…
Há 6 anos atrás, Dave Tyler foi a um cabeleireiro cortar e lavar seu cabelo. Três dias depois, o pai de 2 filhos estava a caminho de uma reunião quando perdeu a sensibilidade no lado direito de seu corpo e desmaiou. O homem foi levado de ambulância para um hospital local, e descobriu que teve um Acidente Vascular Cerebral.

Ele tem apenas 45 anos, e agora nem consegue dirigir seu próprio carro. Para além disso, Dave tem dificuldade em encontrar o equilíbrio desde o AVC. 6 anos após o incidente, ele ainda sofre de complicações e várias condições médicas.
Mas o motivo de seu AVC está chocando o mundo inteiro… Tudo começou no salão de cabeleireiro! A cabeça de Dave estava dobrada para trás enquanto lavavam seu cabelo, e isso causou um coágulo de sangue em sua cabeça.
Quem já foi ao cabeleireiro sabe que esse é um procedimento normal – mas, dessa vez, algo correu mal. Uma de suas veias ficou ferida, resultando em um coágulo sanguíneo, e isso causou o AVC. Agora, Dave Tyler está alertando os outros para que ninguém tenha que sofrer o que ele sofreu!
Milhares de pessoas estão compartilhando a história de Dave por toda a internet. O homem processou o cabeleireiro, e recebeu quase 113.000 dólares (350.204 reais / 94.100 euros) de indenização. Mas, após algumas investigações, os jornalistas descobriram que o pai de 2 filhos não foi o único a sofrer com esse problema.
Existe até um termo para esses acontecimentos, que existe deste 1993: “Síndrome do Salão de Beleza”. No início desse ano, outra pessoa também britânica sofreu dessa condição. Estudos mostram que a posição mais comum usada para lavar cabelos em cabeleireiros (com o pescoço voltado para trás sobre a borda de uma pia) reduz o suprimento de sangue para o cérebro, e isso pode desencadear um AVC.
Para evitar esse problema, os médicos recomendam que as pessoas adultas e idosas não inclinem a cabeça para trás a mais de 15 graus. Essa recomendação é ainda mais importante para quem tem problemas de artrite ou de circulação.
De acordo com Dave, acidentes fatais também podem ser evitados usando almofadas macias e toalhas. Ninguém deveria ter que experimentar o que aconteceu com Dave. Mas, juntos, nós podemos ajudar a evitar que isso aconteça novamente no futuro.
Se for a um salão de beleza e se sentir desconfortável, peça uma toalha ou almofada ao seu cabeleireiro, antes que seja tarde demais. Compartilhe com seus amigos e ajude a divulgar essa importante informação!