sexta-feira, 23 de junho de 2017

Mãe compra para filha o brinquedo da moda. Não imaginava a tragédia que estava a caminho!

sexta-feira, 23 de junho de 2017


Todo o cuidado é pouco em se tratando de brinquedos infantis; às vezes eles escondem perigos que não podemos imaginar. O Fidget Spinner é um desses brinquedos que de uma hora para outra viram moda. O objeto é bem simples e gira em seu próprio eixo quando empurrado pelos dedos.
Ele entretém bastante qualquer um que o use e parece inofensivo, de forma que essa mãe decidiu comprar e dar de presente para a filha. Kelly pensou que estava realizando uma grande aquisição, já que sua filha estava bastante feliz e não soltava o brinquedo. Mas em pouco tempo percebeu o perigo que o brinquedo representava.

Voltando de um passeio, Kelly escutou que sua filha fazia um barulho estranho no banco traseiro. Quando virou, viu que sua pequena não podia respirar e estava completamente vermelha. A mãe parou o carro e realizou a manobra de Heimilich, porém não teve sucesso e então percebeu que a menina tinha engolido uma das peças do brinquedo e estava engasgada.
A menina foi levada imediatamente ao hospital. Felizmente passava um pouco de ar através de sua garganta e houve tempo para que os médicos a examinassem. A peça estava presa em seu esôfago e a retiraram mediante uma cirurgia. Assustada a mãe quer difundir sua história para que todos os pais revisem os brinquedos de seus filhos, evitando assim, uma tragédia.

Via: Perfeito

Quero um amor para juntar os pés no domingo!



Desejo um amor para juntar os pés em uma tarde de domingo, foi isso que respondi quando me questionaram sobre o tipo de pessoa que quero para minha vida. Talvez essa frase tenha ficado fora de contexto, eu sei, mas essa é uma das coisas mais simples do mundo. Nada que seja muito caro, entende? Bom mesmo é a simplicidade que os momentos singelos são capazes de nos proporcionar.
Café na cama, sabe? Não precisa ser um banquete na bandeja enfeitada com flores do campo, também não é que não goste de flores, nada disso. É só um cafezinho feito na hora e um pãozinho com manteiga, seguido de um beijo doce para que o dia seja leve.

É preparar a marmita do outro, separando cuidadosamente o arroz do feijão, pois ele não gosta quando a comida se mistura uma na outra. “Detalhes tão pequenos de nós dois”, disse o Rei. É isso! Detalhes, detalhes, detalhes…
É saber dar o espaço necessário para que ele tenha seus silêncios escutados, pois todo mundo precisa de momentos assim para manter a sanidade. Desejo um amor que queira contar sobre seu dia, mas que também queira ouvir o meu.
É, quero um amor que saiba ouvir.
Que um simples passeio no parque não seja mais do que um simples passeio no parque, onde a gente senta na grama e observa o céu, sem que isso precise ser um acontecimento histórico. Que nossa vida seja repleta de momentos simples assim, como ficar em casa assistindo um documentário qualquer que nos torne melhores do que somos.
Quero um amor que discuta comigo as mazelas dos que têm menos do que a gente. E que isso lhe cause indignação, mais do que pena. E que juntos possamos mudar o mundo, nem que seja apenas o mundo de quem está ao nosso redor, o que já é bem importante.
Desejo alguém que não deixe de escutar sua banda preferida, mas que abra os ouvidos para conhecer a minha. Que possamos nos permitir inteiros um ao outro, conhecer o que gostamos de ler, quais atores preferidos nos levam ao cinema. Que possamos ser quem somos – sendo ainda melhores quando estamos juntos.
Quero uma pessoa real, de carne e osso, remela e bafo, normal como qualquer outra. Desejo alguém que fique de cara quando eu pisar na bola, que brigue, que implique, mas que escute os meus motivos sem julgamento precipitado. Uma pessoa que me permita nunca desistir de aprender sobre as melhores formas de ser eu mesma, muito mais do que ser quem ela deseja.
Desejo alguém que tenha suas manias mais chatas e que não esconda nenhuma delas, pois se me permiti amar é porque quero o pacote completo. Quero alguém que não implique com minha coleção de havaianas, de chapéus, de meias ou com o mau humor que me tira da linha após dez minutos em qualquer fila.
Não quero um copiloto que sente ao meu lado esperando que eu decida o trajeto, mas alguém que faça questão de pegar junto, de revezar na cabine para evitar o cansaço e que não tenha medo de refazer o caminho se o destino indicar algum dano. Quero um amor que seja âncora, que estacione, que pouse no meu porto (e no peito) e fique enquanto houver combustível.
Desejo alguém que descanse serenamente na paz do meu colo, que recoste a cabeça sem pressa, sem dúvidas, sem preocupações. E que me acorde no meio da noite se perder o sono, que me conte seus medos, seus segredos, seus anseios e seus sonhos.
Desejo alguém que durma sem medo de destapar os pés no frio gelado que faz aqui no Sul, pois sabe que jamais permitiria que passasse frio. Quero uma pessoa que feche os olhos na certeza de que irá me encontrar ao seu lado ao acordar.
Uma pessoa que devolva o meu sorriso de bom dia, completamente feliz por estar onde está, certa de que outro lugar qualquer não seria tão gostoso quanto ali, protegida no meu abraço apertado – e sem fim.
Quero um amor para juntar os pés em uma tarde de domingo!

A verdade é uma só: se causa mais dor do que amor, não serve para você.



Não deveria ser normal nos acostumarmos com a maldade. Ofensas diárias, agressões constantes e traições corriqueiras não são atitudes normais e não deveriam ser tratadas como tais.
A verdade é uma só: se causa mais dor do que amor, não serve para você.
Essa mania, que algumas pessoas possuem, de se acomodarem nos relacionamentos e de encararem as ofensas como parte da personalidade do outro é, no mínimo, doentia.

Acomodar-se com a dor é como assinar a própria sentença de infelicidade. É fechar os olhos para o amor próprio e deixar morrer o sonho de ser feliz. Drummond dizia que “a conquista da liberdade é algo que faz tanta poeira, que por medo da bagunça, preferimos, normalmente, optar pela arrumação.”
Pessoas cômodas preferem viver o mal que estão acostumadas ao correr o risco de ficarem sozinhas. Não conseguem enxergar que o sofrimento quando vira rotina desorganiza a trajetória de vida, faz adormecer os planos feitos e acaba com o autocontrole dos envolvidos.
Para ser feliz, é preciso desenvolver amor próprio a ponto de não aceitar o que vier. Não é fácil, nunca foi e nunca será, mas é possível. Aceitar que as coisas não estão bem é o primeiro passo para que sua vida volte a ficar bem novamente.
Olhe para vocês, para o relacionamento e para onde está indo o respeito. Avalie a possibilidade de continuar e a possibilidade de partir. Tenha medo de sofrer, porque o medo é o começo da cura.
O medo da queda, não permite que você ande em lugares perigosos. O medo do afogamento, não permite que você nade em lugares que não conhece e o medo de amar, permite que você use o cérebro antes do coração.
A dor nos engrandece quando é utilizada como aprendizagem e enlouquece quando feita de rotina. Cabe a você escolher qual dessas funções quer para a sua vida.

É preciso coragem para deixar uma dor pra trás.



Com a maturidade a gente aprende que a vida não é feita só de ganhos. Que em alguns momentos a gente perde também, e são esses instantes que nos lapidam e fortalecem.
Com o tempo a gente descobre que algumas relações nos ensinam mais sobre perdas do que ganhos. São aqueles amores que por algum motivo não deram certo, e a história do fim ficou mais forte que a história do amor. São aquelas relações em que a dor da separação deixou marcas mais profundas que a vereda da convivência.

É preciso ser muito forte para deixar uma dor pra trás. É preciso ser muito forte pra entender que perdeu alguma coisa e não ficar olhando pro leite derramado. É preciso ter muita coragem pra deixar pra lá e continuar nossa vidinha sossegada sem o desalento do orgulho ferido. Porque de vez em quando o que dói não é a falta, não é a ausência, não é a solidão. O que dói é perder. É ver que queria muito alguma coisa e não deu certo. É construir enredos com final feliz e eles não se concretizarem.
Caio Fernando Abreu dizia que “pra viver de verdade, a gente tem que quebrar a cara”, e acho que ele tinha razão. Porque às vezes a vida ensina por meios tortos, e a gente corre o risco de se machucar um pouco. Mas então a gente percebe que cresceu; que aquela dor teve fim e nos fez enxergar o que tem valor; que aquele problema incontornável foi resolvido e nos mostrou que “dar murro em ponta de faca” nem sempre é a melhor solução.
De vez em quando a gente tem que varrer a dor e espanar as esperas. Parar de viver focado no passado, no que podia ter sido e não foi, nas perdas que a gente teve pelo caminho. Todo mundo passa por perdas, todo mundo cai em um momento ou outro, todo mundo desiste de algo que queria muito em alguma etapa da vida. E todo mundo sobrevive. Sobrevive porque entende que não é tarde demais para cultivar o amor próprio, não é tarde demais para agradecer a Deus, não é tarde demais para soltar os nós que prendem a embarcação ao nosso porto e deixar partir o que não nos pertence mais.
A vida não é feita só de ganhos e nem é só boa. Que graça teria se fosse sempre assim? Porém, tome cuidado para não se apegar demais aos espinhos. Cuidado para não acreditar que eles são as peças mais importantes do jardim. Cuidado para não valorizar a dor a ponto de não enxergar mais nada além dela. A dor ensina, amadurece, transforma. Mas também tem o seu feitiço. E é preciso coragem para deixar uma dor pra trás. Coragem para olhar bem fundo nos olhos da dor e dizer: “você também vai passar”

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Jamais perca tua dignidade por causa de um amor.

quinta-feira, 15 de junho de 2017


O amor terá sempre um limite: a dignidade. Porque o respeito que cada um de nós tem por si mesmo é muito precioso e jamais irá aceitar cortes para saciar um amor que não é suficiente, que machuca e que nos deixa vulneráveis.
Costuma se dizer que o amor é curto e o esquecimento é muito longo. Mas é melhor um esquecimento longo do que uma grande tormenta na qual acabamos por perder totalmente a nossa dignidade.

Às vezes o melhor remédio é esquecer o que sentimos para recordar o quanto valemos. Porque a dignidade não deve ser perdida por ninguém, porque o amor não se implora nem se suplica, e embora nunca se deva perder um amor por orgulho, também não se deve perder a dignidade por amor.
A dignidade é esse elo frágil e delicado que tantas vezes ignoramos e comprometemos. Há muitas ocasiões em que cruzamos essa fronteira sem querer, em que nos deixamos levar por alguns extremos nos quais os nossos limites morais tornam-se fracos, pensamos que por amor tudo vale a pena e que qualquer renúncia é pouca.
Muitas pessoas costumam dizer que o ego alimenta o orgulho e o espírito alimenta a dignidade. O orgulho, por exemplo, é um inimigo bem conhecido que costuma ser associado ao amor próprio. No entanto, ele vai um passo além, pois o orgulho é um arquiteto especializado em levantar muros e cercas nos nossos relacionamentos, em decorar cada detalhe com arrogância e em encontrar o vitimismo em cada palavra.
Enquanto isso, a dignidade é justamente o contrário. Ela age o tempo todo a ouvir a voz do nosso “eu” para fortalecer o respeito por nós mesmos sem esquecer o respeito pelos outros. Aqui o conceito do amor próprio adquire o seu pleno significado.
A dignidade não deve ser vendida, não deve ser perdida nem presenteada. As pessoas costumam pensar que não há nada pior do que ser abandonado por alguém que amamos. Não é verdade, o mais destrutivo é nos perdermos de nós mesmos ao insistir em amar alguém que não nos ama.
No amor saudável e digno não se encaixam martírios ou renúncias, aquelas em que dizemos que vale tudo só para estarmos ao lado de quem amamos. O amor jamais deverá ser cego. Por muito que se defenda esta ideia, é necessário lembrar que sempre será melhor entregarmo-nos a alguém com os olhos bem abertos, o coração entusiasmado e com a dignidade muito alta. Só então conseguiremos construir uma dessas relações dignas que valem a pena, onde se pode respeitar e ser respeitado, onde se pode criar todos os dias um ambiente saudável onde não cabem jogos de poder nem sacrifícios irracionais.
A dignidade é e sempre será o reconhecimento de que somos merecedores de coisas boas, porque será sempre melhor uma solidão digna do que uma vida de carências, de relacionamentos incompletos que nos fazem acreditar que somos atores secundários. Não permitas isso, não percas a tua dignidade por ninguém.

sábado, 10 de junho de 2017

Difícil não é dar o que temos, mas doar o que somos.

sábado, 10 de junho de 2017


Doe sorrisos, abraços, gentileza, conhecimento. Doe seu tempo e seu amor. A vida nos retribui com generosidade por tudo o que fazemos de bom.
As maiores decepções que teremos na vida serão com pessoas próximas, principalmente quando nelas depositamos a esperança de receber em troca o que achamos que merecemos. Todo mundo tem a capacidade de surpreender, às vezes positivamente e, muitas vezes, de forma decepcionante. Cabe-nos perceber que, com exceção de quem se nega a compartilhar qualquer coisa que seja, cada um se mostra na medida exata do que possui dentro de si, nada mais do que isso. Seja você, então, quem se doa com dedicação e verdade.

Doe sorrisos. Não imaginamos o quanto nos faz bem sermos atingidos por um sorriso sincero, um semblante com uma leveza acentuada no canto dos lábios. É contagiante, pois raramente não retribuímos com gratidão a quem nos sorri. Estamos estendendo entendimento às pessoas quando sorrimos, como se lhes disséssemos que tudo vai ficar bem, que essa dor que ela sente vai passar, que é preciso continuar. Isso dispensa quaisquer palavras.
Doe abraços. Como nos diz a canção, é ali o melhor lugar do mundo, um lugar em que acomodamos os nossos pesares e suavizamos os pesos de nossa alma. Nem precisa ser demorado, mas intenso e recheado de boas intenções, para que nos revista de energia positiva. Um abraço sincero é combustível de amor, de alegria, de motivação e nos reafirma, com propriedade, que ainda há esperança de que o melhor virá e nos encontrará.
Doe tempo. Mesmo que sejam minutos, um dos melhores presentes que podemos receber do outro é perceber que ele está ali, naquele momento, totalmente voltado para nós, pronto para compartilhar a alegria e a dor que nos preenche. Ter alguém que nos ouve e nos acolhe em sua vida, que responde aos nossos chamados, fará toda a diferença nos momentos em que estejamos alquebrados e devastados emocionalmente.
Doe gentileza. Aonde quer que vá, seja gentil com todos, sem afetações ou exageros, mas seja o seu você mais humano. É necessário que externemos o que de melhor temos dentro de nós, para que nossa luz fique cada vez mais forte, afastando os fantasmas alheios e as escuridões pessoais. Há pessoas que estão sofrendo, passando por problemas imensuráveis, e um gesto de gentileza lhes poderá salvar grande parte de suas desolações. Muitas vezes, um olhar de compaixão é mais benéfico do que moedas jogadas pelo vidro do carro.
Doe conhecimento. Os saberes se multiplicam, quando compartilhados, pois acabam acrescidos pelo que cada pessoa que o recebe possui. Deter conhecimento não torna ninguém melhor do que o outro, não garante que a pessoa continuará sendo chefe ou líder, não significa que o indivíduo é mais capaz do que os demais. Quanto mais dividirmos o que sabemos, mais pessoas poderão ter a chance de alcançar os seus sonhos.
Doe amor. O amor cura, salva, harmoniza, liberta e dissemina-se além dos espaços possíveis, não se contendo em si, tamanha é a sua força. O mundo precisa de mais tolerância, de mais paciência, de mais educação, e tudo isso se constitui de essência amorosa. Não é possível gostar de todo mundo, mas amarmos verdadeiramente quem caminha conosco será um dos maiores favores que poderemos prestar aos nossos queridos e a nós mesmos.
É difícil conseguirmos nos doar com dedicação e persistência, haja vista a carga excessiva de trabalho e de afazeres que preenchem quase que a totalidade de nossas responsabilidades diárias. No entanto, se nos dispusermos a olhar para fora de nós, estaremos contribuindo ao caminhar junto, ao senso de coletividade que deve permear toda e qualquer busca de felicidade nessa vida. Lembremos, afinal, que a vida nos retribui com generosidade por tudo o que fazemos de bom.

Da vida quero o que é simples, mas de boa qualidade.



Da vida quero o que é simples, mas de boa qualidade.
Troco um jantar requintado por um arroz-feijão feito em casa refogado com muita cebola, alho e papo furado.
Gosto dos sentimentos simples, mas bem temperados. Do sorriso caseiro com uma pitada de pimenta. Das receitas simples de felicidade, fáceis de decorar, de seguir e de ensinar. Gosto de um canteiro de afeto cultivado no aparador da janela. Do cheiro acolhedor invadindo a casa e os corações. Das falas fáceis, da risada solta, dos medos guardados do lado de fora da porta de entrada.

Gosto de comer reconhecendo nos sabores. De lembrar a riqueza que é apreciar sentimentos familiares. Gosto de me sentir em casa dentro de mim quando estou perto do outro.
O meu castelo é de fantasia, construído dentro da casinha simples do interior. Nele, as paredes não possuem muitos quadros, a cozinha não precisa de muitos apetrechos, os armários não guardam grandes segredos. Mas as janelas são amplas, boas de se perder a vista.
No meu lar não sei receber visitas ilustres, cheias de etiquetas, de pompas e de mistérios. Este lar é ‘pobre’, porém limpinho. Quem chega descalçando os sapatos é bem-vindo. E também são bem-vindos aqueles que se deixam invadir sem medo, daquele jeito ingênuo de quem nunca percebeu as segundas intenções do mundo. Aqueles que tratam até os estranhos como ‘de casa’. E eu, se preciso, jogo mais água no feijão para fazer render a amizade e a boa companhia.
É que aqui, os sentimentos são antigos, talvez até antiquados, cozidos em panela velha, devem ser resultado de receita de avó.
As tarefas da casa são simples, mas há de executa-las com carinho. Qualquer frescura pode ser substituída por uma boa dose de afeto. E no final do dia, uma mão lava a outra.
Às vezes as roupas sujas se acumulam num canto da casa, mas a gente perde um tempo e lava tudo aqui dentro mesmo, no dia seguinte fica tudo às claras outra vez. As mágoas vão para o ralo junto com a espuma do sabão de coco.
Da vida quero o que é simples, mas de boa qualidade. Quero pessoas que trazem o que podem, mas se compartilham por inteiro e quando se afastam, carregam lembranças bem nutridas e corações satisfeitos.