quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Não esqueça de ser feliz

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016


Para ser feliz um homem precisa, antes de mais nada, viver o seu tempo.
Um homem que não vive o seu tempo não pode ser feliz.
Não adianta espanar o pó das relíquias de família três vezes por dia. É inútil estudar datilografia. Todos temos memória, e uma história, mas a história só serve de algo quando das raízes nos projetamos para o alto. Ou a história nos situa no agora ou nos afunda na nostalgia. Um homem precisa viver o seu tempo.


Um homem, uma mulher, precisam viver o seu tempo. Acordar de manhã e saber das notícias – não as notícias do mundo inteiro, se não o quiser, mas as notícias que lhe afetam. Um homem que pretende ser feliz precisa saber se o elevador funciona naquele dia, se a companhia de luz preveniu sobre o corte no fornecimento, se Maria passa bem, se Joana deu à luz sua sobrinha.
Um homem que vive o seu tempo se confronta com outros homens que vivem o seu tempo – logo, precisa saber dialogar. Sem diálogo não é possível ser feliz, sem um contato razoável, mas não exagerado, sem a descoberta do outro que provoca a descoberta de si e do mundo, nunca irá se achar.
Não é possível bem viver sem saber o que os colegas pensam da vida, como vivem a vida, qual sua narrativa. Não para imitá-los, perda de tempo, mas para aliviar-se diante da realidade impassível.
Para ser feliz um homem precisa, antes de mais nada, viver o seu tempo. Depois, confrontar-se e aceitar a crueza das coisas como são. Saber que hoje chove e encarar a chuva, saber que as pessoas morrem e encarar o luto, saber que o limite do cartão estourou duas vezes. Mas saber, sobretudo, que a chuva, o luto e a pobreza passam. E que é no meio da chuva, do luto e da pobreza que deve construir a sua casa, depois decorá-la, depois povoá-la, depois pacificá-la bem ali, no meio do tumulto diário da vida.
Depois de aprender a viver em seu tempo, um homem precisa aprender a viver em si mesmo. Um homem que não vive o seu talento não pode ser feliz. Não pode ser feliz fingindo que é feliz, não pode ser feliz fingindo que sabe o que não sabe, não pode ser feliz fingindo gostar do que desgosta ou ser o que não é.
O pintor é feliz quando pinta, o matemático é feliz quando calcula. Não se trata de uma realização superficial, mas de um encontro, o verdadeiro encontro de si consigo.
Ser feliz é muito difícil, portanto. Pois é difícil viver o presente, viver o próprio tempo em que se vive, e ainda mais difícil saber o que se é – e, depois, ser o que se é.
Por isso ser feliz é mais simples para as crianças, que estão sempre atentas ao mundo que é, ao que existe agora e no alcance dos próprios sentidos.


As crianças são aquilo que são, sem constrangimento. Choram e cutucam os narizes, gargalham e rolam no chão. Mas, quando a gente chega à idade adulta, esquece muita coisa. Esquece de sentir as coisas como são. Esquece de ser o que se é – ou, por vergonha, por covardia, se esconde. O adulto esquece milhões de coisas, no processo de lembrar das tarefas do dia.
Esquece, sobretudo, de ser feliz.
Não esqueça.

Via: Estadão

Chique é tratar bem os outros



As marcas traduzem-se em status, e há ícones essenciais que revelam quem são as pessoas, mesmo que nunca se tenha falado com elas: os óculos, as roupas, os sapatos, a bolsa, o relógio, o celular… Tratam-se de categorias de objetos que funcionam como uma apresentação e permitem posicionar a pessoa na escala social. É a clara definição do “quem tem o quê” porque isso revela “quem tem quanto”.

É difícil fugir desse padrão de comportamento — por muito que se deseje ou tente — e, em certos meios sociais, é quase impossível. Tornou-se um paradigma que permite reconhecer os outros pelo seu poder aquisitivo, pelo seu status social, bem ao modo materialista do mundo moderno.
Mas, na verdade, trata-se de uma falsa questão, porque o dinheiro, as marcas, as roupas e os objetos, são insuficientes para revelar quem são as pessoas. O que as separa — realmente — é a discrição, a educação, a generosidade e a distinção. E estes traços dividem, ainda que grosseiramente, as pessoas em dois grupos: os deselegantes, que se esforçam por aparecer a qualquer preço, e os elegantes, que primam pela discrição.
Os primeiros, os deselegantes, expõem a sua privacidade, invadem a esfera pública com as suas emoções exageradas e sentem necessidade constante de mostrar as etiquetas das suas roupas. Gostam de contar o que têm e falar do que compraram ou vão comprar. Citam muitas marcas e, com frequência, comentam-nas com a pronúncia errada. Givenchy é difícil para eles. Moschino também. E muitos nem sequer sabem o que é Fendi.
Mas afirmam-se pelas marcas, e o seu comportamento é ditado pelo exagero: falam demais e alto demais, gesticulam demais, mostram demais, abraçam demais, usam roupas demasiado justas ou curtas e decotes demasiado grandes. Neles, tudo é excessivo. E estes são apenas os traços visíveis.
O pior de tudo é o hábito de maltratar os outros — o porteiro, a manicure, o motorista, o empregado da loja, o garçom, ou qualquer pessoa que os sirva ou trabalhe para eles. São mal-educados, grosseiros: não dizem obrigado, por favor, bom dia ou com licença. Sobre isto, o escritor Miguel-Angel Martí García afirma que “a forma de falar de uma pessoa diz mais sobre ela do que o seu vestuário”.
Já os elegantes, são de outra cepa: não expõem marcas, não falam das suas joias ou dos seus bens, e acham sempre que menos é mais. A discrição é a sua palavra chave, e neles tudo é comedido, sereno, sem exageros.
Ser elegante é algo que tem a ver com uma atitude: está muito além de ter dinheiro. É, fundamentalmente, ter educação. E o melhor traço dos elegantes é o respeito pelo outro: são generosos, sorriem, são suaves, não insultam e nem maltratam ninguém.
Alguém elegante não se imita – porque não basta ter, tem que ser. Ser educado, ser reservado, ser generoso, ser simples, ser distinto. E ser é algo difícil de conseguir: faz parte de um refinamento adquirido ao longo de anos, e que se entranha na pele, tornando-se tão natural quanto respirar. Ser é uma caraterística que pertence à alma e não ao dinheiro.
Atualmente as pessoas definem-se cada vez mais pelo dinheiro: há os que têm e os que não têm. Esta é uma forma simplista de classificar o mundo pelos padrões de consumo e riqueza. Simplista e, paradoxalmente, pobre.
O que nos define é a forma como tratamos os outros, porque isso diz tudo de nós. Não é o que temos, mas o que sai de nós que revela quem somos.

Namorar um homem casado vale a pena?



Segundo uma revista norte americana, dois em cada cinco homens teve um caso até os 45 anos. Logo, relacionamentos fora do casamento não são incomuns, mas isso não torna a vida da amante mais fácil. Muitas mulheres acham que o seu amante casado vai deixar a esposa e no fundo sabem que precisam pensar novamente sobre o assunto.
O fato é: ele não terminou a sua relação com a esposa antes de começar a namorar com outra e toda namorada precisa considerar seriamente este ponto. A mulher que está namorando um homem casado pode estar pensando no amor e acreditando que ele é sua alma gêmea, mas, pode estar apenas perdendo tempo com o homem errado.

Homens casados já começaram mentindo
O homem casado pode dizer que ama ou até mesmo dizer que sua esposa nunca o fez sentir do jeito que a sua namorada o faz. Mas para não se comprometer ele usa a desculpa de que ele é casado e não pode deixar a mulher, pois ela ou os filhos precisam dele.
Ele pode arrastar o seu relacionamento desta forma durante anos. A mulher que namora um homem casado pode perder a oportunidade de encontrar o amor da sua vida e se casar porque acredita que o casamento dele acabou e que há um momento certo para contar. A “namorada’ pode acabar colocando sua vida em espera por este homem. A menos que ele se divorcie de sua esposa imediatamente, não dá para saber quanto tempo se vai esperar.
Analise a situação de forma racional: ele pode estar mentindo em tudo
Antes de apostar a vida toda em um namoro que possivelmente não dará em nada, que tal confiar nos instintos? Você está namorando um homem casado. Isso significa que ele foi desonesto com sua esposa. Como se pode confiar nele quando se trata de seu relacionamento? Que tipo de pessoa se encontra e namora com outra pessoa enquanto ainda está casado?
Ele possivelmente vai dizer que ele e sua mulher estão em uma péssima relação, mas de fato não tem como comprovar a menos que se vá lá, até a esposa. Ele pode dizer que sua esposa é uma pessoa horrível e tentar colocá-la para baixo, mas, novamente, são apenas palavras dele. Tantas histórias não são um bom sinal e nem uma boa forma de começar o relacionamento. Se a esposa é realmente tão horrível como ele diz que é, por que não a deixou antes? Se ele tem um padrão de não escolher a mulher certa para ele, pode dizer o mesmo de você depois.
Namorar um homem casado pode trazer bastante culpa
Não se sabe a real natureza do relacionamento do namorado com sua esposa. No entanto, quando você se colocar no lugar de sua esposa, verá as coisas de forma diferente. Como você se sentiria se isso acontecesse com você? Mas nesta situação, você é a outra mulher e está se colocando entre ele e sua família. A culpa pode definir em como você pensa sobre o que você está fazendo sendo a namorada de um homem casado. No fundo, a namorada é a outra, a amante.
Namorar um cara casado envolve muitos momentos de solidão
Pode ter certeza que a mulher vai passar muitas noites sozinha enquanto namora um homem casado. Ele pode lhe dar a desculpa de que precisa fazer alguma coisa com as crianças, não tem tempo, estará trabalhando ou recebendo familiares.

O que vale é que não vai estar lá sempre que você precisar e isso pode durar semanas ou anos. Você basicamente vai viver de acordo com os caprichos dele. Você não será capaz de fazer uma surpresa nunca. Ele provavelmente vai passar as férias com sua família. A solidão pode fazer você se sentir deprimida, sozinha e vazia.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Será que você não vê o quanto você é linda?!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016


Ei moça, seus olhos estão tristes, escorre lágrimas do seu olhar. Não vai me dizer que virou a noite chorando mais uma vez? Por motivos idiotas é claro. Menina será se você não vê o quanto é linda? Deus não te fez pra qualquer um. Eu sei que dói ter que deixar partir quem você ama, eu sei que doeu em você quando ele passou a admirar outros sorrisos, já faz tempo que você tá sofrendo, esse sofrimento é apenas o começo, você ainda vai sofrer muito por amor.

Menina, e esse seu sorriso meio torto que você está forçando? Tudo por causa dele né, você ama muito ele, eu sei. As vezes moça é preciso deixar de agir pelos sentimentos e olhar pela razão, você não pode passar sua vida inteira chorando. Essas feridas parecem que não vão cicatrizar ne? Esse amor parece que nunca mais vai te libertar, só depende de você se você vai querer continuar sendo escrava desse sentimento inútil que só te afunda. Arruma esse cabelo, enxuga essas lágrimas e olha pra frente, vai pra balada, pra festa, ou até para um barzinho qualquer, não importa o lugar menina, saía, se liberte, deixa a vida te levar, e esse sentimento? Deixa ele pra lá, ele nunca te fez bem, nunca vai fazer.


Miriã Ferreira

Não me espere para o jantar. Fui gostar de quem gosta de mim e não volto tão cedo!



Dei o fora de repente. Sem aviso prévio, sem fazer as malas. Saí como quem vai comprar cigarro e não volta mais. Tantas vezes a gente avisa que vai embora, ameaça, faz chantagem, mas por medo da solidão não consegue ir. Falta coragem. Prorrogamos a dor da despedida e a agonia que nos assalta só de pensar na abstinência do outro. Aceitamos menos amor, menos atenção, menos carinho, menos tesão, menos cuidado. A gente aceita ser menos, ou quase nada. Até que uma hora a gente cansa. E bate a porta sem dar uma palavra.

É chegado o momento de seguir rumo ao novo e deixar para trás o percurso de quem já caminhou por dois, insistiu por dois, lutou por dois e constatou que uma andorinha só não faz verão. “Quando um não quer, dois não brigam.” Cá entre nós, eu nunca concordei com esse ditado. Ora bolas! Quando um não quer, o outro reclama, faz cara feia, greve, escândalo, depois joga na cara as pendengas de 1970! Então, quando um não quer, os dois brigam, sim! Mas enquanto existe amor as pelejas se acomodam entre um mimo e um aconchego, entre um abraço silencioso no meio da madrugada e um “te amo” baixinho ao pé do ouvido, entre olhares risonhos, mãos que se entrelaçam por vontade própria e pés roçando debaixo da coberta.
Quando você tem um aliado num relacionamento, você tem tudo. Quando você tem importância, você tem tudo e mais um pouco. Eu não sei por que as coisas desandam… De repente acordamos num dia nublado e percebemos que o quarto está vazio. Já não se escuta o som de uma gargalhada. Nenhum elogio é proferido. Não tem mais música, nem dança, nem flores, muito menos o chocolate de que você tanto gosta. Os porta-retratos estão cobertos de pó. A louça, suja. E você? No fundo, você só queria voltar a ter importância.
Parece óbvio, mas todo dia tem um começo, um meio e um fim. Nas relações afetivas é a mesma coisa. Se deixarmos o final se estender demais, a alvorada não se revela, mesmo tendo começado um novo dia. O tempo fica escuro por muito tempo e o convívio passa a ser tão difícil quanto um rigoroso inverno nórdico. Às vezes chega o outono. Com sorte e empenho das duas partes, vem a primavera. Mas tem invernos que nunca se vão. E quando eles ficam é que a gente se cansa de tanta frieza. Partimos, pois, em busca do nosso verão que é de direito e por merecimento.
Quando o amor passa do tempo de validade, não adianta viver no mofo de um amor vencido. O ser humano precisa de reciprocidade. Amar é muito bom, mas ser amado são outros quinhentos! Nada como ser prioridade de alguém. Não existe sensação melhor no mundo do que perceber que somos o mundo de outra pessoa!
Com licença. Fui ali gostar de quem gosta de mim e não volto mais!

Fonte: Bula

Ela pediu ao bombeiro para escrever uma CARTA para a mãe e deixou todos em LÁGRIMAS!



O que essa jovem pediu ao bombeiro para escrever para a sua mãe após o acidente, é realmente impressionante e emocionante, e sinceramente todos deviam ler e compartilhar esta mensagem. Quem sabe o seu compartilhamento possa conscientizar as pessoas para esta realidade, de conduzir sob o efeito do álcool e consequentemente salvar vidas.

“MÃE
Fiz o que me pediu. Fui à festa, mãe.
Fui a uma festa e lembrei-me do que me disseste. Pediste-me que eu não bebesse álcool, né mãe.
Então, bebi uma apenas uma “Cola”.
Senti orgulho de mim mesma e do modo como me disseste que eu me sentiria e que não deveria beber e dirigir. Ao contrário do que alguns amigos me falaram.
Fiz uma escolha saudável e o teu conselho foi correto. Quando a festa finalmente acabou, o pessoal começou a dirigir sem condições. Então, fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz, mas eu nunca poderia esperar o que iria acontecer, agora estou deitada na rua e ouvi o polícia dizer:
“O rapaz que causou este acidente estava bêbado”, mãe, a voz parecia tão distante, o meu sangue está escorrendo por todos os lados e eu estou tentando viver com todas as minhas forças, estou tentando não chorar, posso ouvir os paramédicos dizerem: “A garota vai morrer.”
Tenho certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia do que iria acontecer enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e dirigir e agora tenho que morrer!
Então por que as pessoas fazem isso, mãe? Sabendo que isto vai arruinar vidas? A dor está me cortando como uma centena de facas afiadas.
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao papai que ele seja forte e quando eu for para o céu escreva: “Menina do Pai” na minha sepultura, alguém deveria ter dito àquele rapaz que é errado beber e dirigir. Talvez se os seus pais tivessem dito, eu ainda estivesse viva.
Minha respiração está ficando cada vez mais fraca mãe, e estou ficando com medo, estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada. Eu gostaria que tu pudesses abraçar-me, mãe, enquanto estou esticada no chão e morrendo, eu gostaria de poder dizer que te amo, mãe!
Então, te amo muito, minha mãe, adeus…”
Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente. A jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o repórter ia anotando, muito chocado. Pois, este repórter iniciou uma campanha. Com este pequeno gesto pode fazer uma grande diferença.
Se esta MENSAGEM chegou até você, compartilhe! E não perca a oportunidade de conscientizar mais e mais pessoas.

Como curar as feridas provocadas na família? Papa Francisco oferece um “segredo”



O Papa Francisco afirmou que a família “é um grande ginásio de treinamento do dom e do perdão recíproco, sem o qual nenhum amor pode durar”. O “segredo” para curar as feridas que se produzem é aprender “a pedir imediatamente perdão”, revelou.
“Em um mundo que às vezes é árido de vida e de amor, vocês cada dia falam do grande dom que são o matrimônio e a família”.

“A vida das famílias não se detém”. “Vocês, queridas famílias, estejam sempre em caminho” e “continuamente escrevam nas páginas da vida concreta a beleza do Evangelho da família”. Por isso, “não se pode viver sem perdoar-se, ou ao menos não se pode viver bem, especialmente em família”, disse Francisco, que também mencionou que “no dia a dia, não faltam ocasiões em que nos comportamos mal e somos injustos com os outros”.
“Devemos pôr em consideração estes erros, devidos a nossa fragilidade e ao nosso egoísmo. Então, o que temos de fazer é procurar imediatamente curar as feridas que causamos porque, se adiarmos demais, tudo se torna mais difícil”.
O Pontífice indicou um “segredo” para “curar as feridas e para dissolver as acusações”: “não terminarmos o dia sem se desculpar, sem fazer as pazes entre os casais, com os filhos, os irmãos... e entre nora e sogra!”.
“Se aprendermos a pedir desculpas rapidamente e a doar o perdão recíproco, as feridas se cicatrizam, o matrimônio se fortalece e a família se torna uma casa sempre mais sólida, que resiste aos abalos de nossas pequenas e grandes maldades”.
Para isso, “não é necessário fazer grandes discursos... é suficiente um carinho e tudo acaba... e depois recomeça... mas nunca terminem o dia em guerra, entenderam?”.
O Papa também reconheceu que é difícil pô-lo em prática e que muitas pessoas assim o pensam. “Na verdade, é recebendo o perdão de Deus que somos capazes de, por nossa vez, perdoar aos outros”.
“É indispensável que, em uma sociedade às vezes desumana, haja lugares, como a família, onde se aprenda a perdoar os uns aos outros”, acrescentou.
Mas “a prática do perdão não só salva as famílias da divisão, mas sim as faz capazes de ajudar a sociedade a ser menos malvada e menos cruel” e “a Igreja, queridas famílias, está sempre a seu lado para ajudá-los a construir sua casa sobre a rocha da qual falou Jesus”.

Fonte: ACI