segunda-feira, 24 de abril de 2017

Gente que é do bem se sente de longe…Almas bonitas criam logo empatia!

segunda-feira, 24 de abril de 2017


Preserve com você pessoas de bem com a vida, que são boas de papo, de riso solto, de olhar amigável. Fique junto de quem fala com verdade e, quando fala, olha nos olhos e não te medem de cima a baixo.
Pessoas dessas são joias da vida. Têm atitudes de amor, sabem se expressar com elegância e gentileza e tem beleza interior. Se por acaso encontrar uma pessoa dessa, por favor, deixa-a ficar. Permaneça com ela e deixe-se afetar.

A gente precisa mesmo cultivar gente que tem verão no sorriso, tem paz no espírito e sabe como viver bem – aqueles que se resolvem na vida sem passar por cima de ninguém. A gente aprende muito com elas. São sinceras, mas não são rudes e carregam consigo uma bagagem de humildade e bondade.
Não, elas não são bobas, elas sabem como lidar com adversidades e pessoas com maldade. Elas não andam por aí enganchadas, elas sabem como se preservar.
Reconhecem quem é de verdade e é luz para os que não são. Passam deixando marcas e levam sempre o que há de bom. Elas sabem respeitar o espaço alheio e não há invasão nem imposição. Existe uma liberdade em estar perto delas.
Do contrário, não perca seu tempo com quem não é assim. Pessoas negativas, que usam palavras agressivas, só reclamam da vida e não sentem gratidão não acrescentam: sugam. Estas vivem numa prisão que elas mesmas construíram, muro por muro. Não sabem ser pontes. E dessas tem de monte…
Pessoas que falam demais e não sabem o que dizem, não trazem humildade, elas não olham nos olhos, elas medem com o olhar. E é assim que a gente reconhece esse tipo de pessoa, o olhar as entrega. Elas não trazem verdade.
Pessoas assim, podem estar muito próximas de nós, podem ser nossos parentes, colegas de trabalho e mesmo assim você não precisa ser leal por pura conveniência, afaste-se.
Seja no máximo referência, mas não cultive laço. Não irá te fazer bem e você poderá sentir uma exaustão física e mental além do normal. Você tem direito de escolher as pessoas que deseja se relacionar.
Para esses casos, vibre amor. O que faz mal ao nosso corpo e mente não deve ser alimentado, deve ser remediado. Deseje o bem e não se deixe afetar pela reação que ela irá tomar pela sua distância. Cuide de você. Escolha bem suas companhias.
Como uma lâmpada acesa, gente do bem atrai todo tipo de pessoa – aquelas de energias afins e aqueles hipnotizadas pela luz. Quem é esse tipo “lâmpada”, é importante saber se manter luz, sempre, para ajudar e guiar. Peça proteção e não se perca nas influências.
Gente que é do bem se sente de longe, não precisa nem perguntar. Almas bonitas criam logo empatia.
E se você encontrar alguém que te coloca pra cima e te faz feliz, deixe essa pessoa entrar na sua vida. É com essa que você deve andar! No mais, seja luz e deixe o mundo se contagiar.

Não, não é impossível ser feliz sozinho



Eu sou dessa gente que anda só. Não me pergunte por quê. Eu não sei responder e você vai achar que é indelicadeza minha, mas é nada senão a mais sincera incapacidade. Não consigo, não dá.
Minha bicicleta não tem garupa, é veículo de um sozinho, descendo uma estradinha esburacada com um equilíbrio tão delicado que é preciso manter as duas mãos no guidão o tempo todo, sabe? Descobri que posso lhe dar uma delas agora e logo tenho de soltar. Não por nada. É só para não me esborrachar no chão. E acredite: se eu não largar a sua mão, você vai cair também.

Acontece sempre. Vira e mexe, meu balão excede a capacidade de carga e começa a descer. É quando você deve pular de volta para o seu. Só assim, você aí, eu aqui, cada um de nós em seu próprio balão, ganharemos o céu de novo. Subiremos para além das nuvens, acima das tempestades e turbulências, onde o ar é raro mas é feito para quem aprende a respirar devagar e sempre.
Lá em cima, o céu do dia é azul, azul que dói. O sol é franco, o vento é calmo e o silêncio é doce e bom. À noite, é tanta estrela mais perto que a gente aprende a olhar aos pouquinhos.
E tem a lua enorme comandando as marés aqui embaixo, inspirando os amantes, fazendo a festa de quem sonha como você e eu.
Cá embaixo, meu barquinho estreito, frágil, não suporta mais de um por muito tempo. Qualquer elemento novo é capaz de virá-lo de pronto. Iríamos os dois para a água. Daqui, no leme grosseiro da minha embarcação solitária, olho para cima com ares de nostalgia. Sou criatura das rodas gigantes, dos teleféricos e montanhas russas. Sonho com as alturas e o silêncio. Sou dessa gente que anda só.
Ouviu? A voz da moça no aeroporto anuncia a hora do voo. Última chamada. Passageiros com destino ao logo mais, embarque imediato no primeiro portão aberto. Meu avião já está ali, pousado, me esperando com a perfeição e a generosa complexidade dos aviões de papel. Mas só cabe um.
Não é por mal. É por defeito de nascença. Eu sou dessa gente que anda só. Gente rarefeita, imperfeita, escassa e com tão pouco para dar. Vou, vamos, aos pouquinhos, com o vento farto e os amigos raros, cada um em sua bicicleta sem garupa, seu balão instável, seu barquinho pessoal e intransferível, sua aeronave de jornal.
Assim, voando sós por aí, você e eu nos encontramos um dia. Assim haveremos de nos reunir. Livres, fortes, seguros. Donos de nossas embarcações, acima das imposições, das cobranças e dos pesos da vida burocrática e normativa de ontem, de hoje e de amanhã. Felizes no leme de nossos destinos. Porque temos nada senão a mais sincera incapacidade. Porque somos dessa gente que anda só.

Para você que teve um dia ruim



Às vezes a gente só precisa de um abraço, não é? Mas nem sempre encontraremos isso e então a gente começa a se sentir sozinho, parece que nenhum amigo nos procura, que ninguém percebe o vazio, sabe? Se sentir sozinho vai ser péssimo, mas uma hora a gente aprende que é com a nossa solidão que a gente tem que se virar, porque às vezes, em alguns momentos, é isso que vai restar pra gente. Uma hora a gente aprende a abraçar a nossa própria solidão e levar ela pra assistir um filme novo, dividir uma pizza, uma cama e uma temporada inteira daquelas séries que só a gente gosta. Um dia a gente aprende a aceitar que a nossa solidão é uma boa amiga pra quando a gente se sentir só mesmo estando no meio de tanta gente.

Olha pra o céu e lembra de tudo que cê viveu esse ano. As decepções, os sorrisos, as lágrimas, as histórias, os amigos que você ganhou e os que perdeu, os momentos bons e ruins. E não se arrependa de absolutamente nada, porque eu aposto que todos esses momentos que você viveu, de alguma maneira, te transformaram em quem você é hoje e te ensinaram algo que você carrega dentro de você.
Não permita que o teu interior seja influenciado por um dia ruim que você teve de enfrentar, ou pelas energias negativas de pessoas que você teve que suportar. Lembra que você é forte, é bem mais do que as pessoas que não te conhecem acham que você é, tenha coragem pra chegar ao fim do dia de cabeça erguida, mas não se envergonhe se você desmoronar. Afinal, é com cada parte que a gente perde no meio do caminho que a gente aprende a encaixar um novo pedaço dentro da gente.
Não precisa se fazer de durão, nem tentar demonstrar que você não está machucado, se algo te machucou profundamente, seja maduro o suficiente pra sentir a dor intensamente, mas esteja preparado pra no final de tudo, aprender com toda a dor e estampar o melhor sorriso no teu rosto. Chore quando algo estiver insuportável, bote pra fora toda mágoa que você tiver, às vezes a alma precisa disso, sabe? Chorar é a alma jogando pra fora tudo aquilo que não deve permanecer dentro de você. No final das contas, você se sentirá mais leve. É só acreditar na leveza da tua alma.
Você é leve, você acredita nisso?
Eu sei que às vezes, parece que quanto mais a gente tenta, mais as coisas parecem dar errado. Parece que, ao acordar, o dia já começa mal-humorado pro nosso lado. Mas saiba que você, eu e outras pessoas passam por isso e são esses dias ruins que nos amadurecem se permitirmos aprender com eles. São esses dias, que nos tornam pessoas melhores e maduras se começarmos a enxergar as dificuldades e desilusões como aprendizado.
Respire fundo, conte até 10 e volte a sorrir porque grandes coisas estão por vir.

Amar muito não significa que você não consiga viver sem



Vamos partir de um princípio básico: você só irá sofrer por alguém, até entender que tudo passa. Sim, é isso mesmo! Esse sentimento que você carrega no peito, essa dor que parece mais física do que emocional e essa carência camuflada de amor, irá passar e você terá a sensação de nunca ter sentido.
Não temos o controle de não sentir dor. Dor é uma condição humana. Mas, muitas vezes, supervalorizamos a mesma pra dar mais afetividade ao que sentimos.

O que dói na verdade, quando uma história acaba, é saber que tudo que fizemos, não foi suficiente para manter o amor vivo e não a separação em si. Culpamo-nos de tudo, sentimo-nos frustrados e queremos acreditar que somos vítimas de todas as situações. Quando, na verdade, um relacionamento acaba por vários motivos alheios a esses.
Quando amamos queremos que dê certo, fantasiamos tudo e exageramos nos sentimentos. O problema é quando as coisas não saem como esperamos e o relacionamento acaba, a fantasia faz dos envolvidos reféns da própria ilusão. Lembre-se que, antes de ser desiludido, você viveu iludido e, sinceramente, não sei qual dos dois sentimentos consegue ser pior.
Por mais difícil que seja um término é preciso entender que amar muito não significa que não conseguimos viver sem. Você é independente em atitudes e sentimentos e, a sua felicidade, não está condicionada à permanência do outro em sua vida.
Martha Medeiros, em “A importância de perder peso”, do livro “Coisas da Vida”, afirma que: “dores de amor, falta de grana e angústias existenciais são contingências da vida, mas você não precisa soterrar os outros com seus lamentos e más vibrações. Sustente o próprio fardo e esforce-se para aliviá-lo. Emagreça onde tem que emagrecer: no espírito, no humor. E coma de tudo, se isso ajudar.”
Entenda que a luz no final do túnel só aparecerá se você caminhar. Enquanto você cultuar a dor, ela permanecerá dentro de você. Então, apenas siga em frente. Logo você acostuma com a rotina, os finais de semana voltam a serem divertidos e você voltará a confiar nas pessoas. Mas, antes, você vai aprender a ser forte e a criar inteligência emocional. Como dizia Aristóteles: “não há nada na nossa inteligência que não tenha passado pelos sentidos.”
Pode ser que não seja hoje, amanhã ou na semana que vem, mas essa dor irá passar e você voltará a sorrir. Você se apaixonará novamente e irá fantasiar outras histórias, afinal, somos movidos por nossos sonhos. Apenas, tenha maturidade para entender que até dar certo, muitas coisas darão errado e, por mais que a dor arrebente sua alma, lembre-se que ela sempre irá passar.

Fonte: Conti Outra

domingo, 23 de abril de 2017

Antes de morrer, marido faz com que sua mulher receba flores para sempre

domingo, 23 de abril de 2017


Mesmo após o falecimento de seu esposo, a viúva recebe flores encomendadas por ele a cada dia dos namorados.
O marido de Shelly Golan, Jim, foi diagnosticado com um tumor cerebral impossível de ser operado. Ele era o amor da vida de Shelly e saber que a morte de seu marido estava chegando a angustiava muito.

Após sua morte, em julho de 2014, veio o dia de São Valentim – data que muitos países do mundo comemoram como dia dos namorados, em 14 de fevereiro de 2015. Shelly achava que tudo o que restava do seu marido eram as memórias. Mas naquele dia a campainha tocou! Shelly recebeu flores enviadas por Jim.
Primeiro, ela pensou que eram dos seus filhos. Mas depois ela descobriu algo incrível.
Antes de morrer, Jim encomendou flores para que Shelly recebesse todos os anos, no dia de São Valentim. “Ele é um homem maravilhoso que consegue amar sem fronteiras. Não há obstáculos para ele, mesmo na morte. Ele é maravilhoso”, disse Shelly. “Até o dia em que eu morrer, receberei as suas flores todos os anos e isso é como um testamento renovado do seu amor”, disse Shelly ao site Little Things, onde a história foi originalmente publicada.
Ela descobriu que as flores eram realmente de Jim quando ligou para a floricultura. Até mesmo para uma das funcionárias esse presente foi emocionante. Ela disse que só tinha visto esse tipo de coisa em filmes. “Foi amor verdadeiro e você não encontra isso todo dia, sabe. O romance de contos de fadas, o cavaleiro numa armadura reluzente, você não vê isso. E mesmo que não tenha acontecido um final de contos de fadas, foi espetacular”, disse ela.

Sobre as voltas que o mundo dá!



 Eu não consigo me lembrar exatamente a data, mas lembro do cheiro do momento em que você me perdeu. Tinha cheiro de chuva, mas não mais no meio da tempestade, era aquele cheiro quando a chuva vai parando, ficando fininha e você consegue até enxergar um arco-íris lembrando que o sol já vem. Tinha cor de final de tarde, quando a gente fecha os olhos e agradece porque vencemos. Tinha gosto de liberdade! Fiquei observando por alguns segundos tudo que estava mudando dentro de mim e fotografei aquele instante na alma.

Um dia antes de você me perder eu pedi a Deus que me mostrasse o caminho a seguir, eu não queria mais sentir aquela dor. Era uma sensação de impotência, uma angústia enorme fazer e ser tudo de mim para alguém que não estava disposto reconhecer o meu valor. Um dia antes eu ouvi a nossa música, olhei mais uma vez as nossas fotos, reli as suas mensagens… doeu. Eu pensei que seria pra sempre e o fim me acertou como uma faca!
Não sei explicar, eu tenho essa mania de achar que sentimentos e relacionamentos são feitos para durar. Mas “sempre” é uma palavra muito forte e profunda para ser usada com pessoas superficiais, eu sei. Agora eu sei. Mas confesso, precisei apostar todas as minhas fichas, esgotar todas as possibilidades para perceber que não daria certo – e que não dependia só de mim. E foi ali, no fundo do poço que eu peguei impulso para subir e voar tão alto que não faria mais sentido voltar. Eu não me arrependo de nada, pode acreditar. Eu precisava passar por tudo aquilo para entender que o amor é um sentimento recíproco e que eu não devo colocar ninguém acima de mim, nem esquecer quem eu sou para agradar outra pessoa. Se lhe interessa saber, eu nunca me senti tão leve. Obrigada por me ensinar que eu nunca encontraria valor ao lado de alguém, porque ele mora dentro de mim – e quando eu o encontrei o meu valor, você perdeu o meu amor.
Sabe, eu escrevi esta carta sem a intenção de enviar. Eu tenho dessas coisas de desabafar comigo mesma, ensaio diálogos no chuveiro, enceno no espelho e guardo só pra mim. De alguma forma eu me sinto melhor assim, porque pra falar a verdade, eu não quero te provar nada, eu sou a única pessoa que precisa saber o quanto eu estou feliz. Não pense que eu me tornei uma pessoa egoísta em não dividir a minha felicidade, eu apenas aprendi que não preciso compartilhar tudo com todo mundo. É engraçado pensar nas voltas que o mundo dá. O tempo ensina, a gente supera e esquece. Não tenha dúvidas, hoje eu só compartilho o meu melhor com quem merece.


Quanto mais você conversar com sua mãe, mais ela viverá – diz pesquisa



“A solidão é a ‘assassina invisível’ do idoso” que ameaça a sua saúde tanto quanto a obesidade ou o tabagismo. O alerta é dos Pesquisadores da Universidade da Califórnia que descobriram que a solidão tem um papel importante no envelhecimento. Sociólogos e psicólogos examinaram mais de mil e quinhentas pessoas com idades a partir de 71 anos, e descobriram que as pessoas solitárias morrem mais cedo.

Será que é possível avaliar o custo emocional da solidão como conhecido? Eu diria que não, não há como medi-lo, quantifica-lo. A solidão, este inimigo oculto de todos os dias e de todos nós, pode ser devastador para o ser humano em qualquer fase da vida, mas na velhice trabalha silenciosamente, toma proporções assustadoras e seus resultados são, muitas vezes, imprevisíveis. É aquele que trabalha na calada da noite ou num dia inteiro que se anuncia.
O problema é grave na medida que a depressão encontra neste ser fragilizado um habitat perfeito para se acomodar. Deste quadro aparentemente controlável, caminham lado a lado os problemas alimentares, o sono irregular, a falta de perspectiva, pouco ou nenhum convívio social até que o silêncio chega, permanecendo apenas aquela voz interna que não ecoa mais, não encontra palavras nem mesmo para dizer: preciso de ajuda, preciso de um sentido para a minha vida, preciso que me orçam.
Pensar que a Organização Mundial da Saúde já classifica a solidão como um fator de risco para a saúde maior que o tabagismo e tão grande quanto a obesidade nos faz refletir: o que estamos fazendo com a nossa própria vida que vai envelhecer? Sarti (2001) argumenta que estes idosos precisam “ser ouvidos. Isto implica pensar os idosos como sujeitos não apenas de direitos, mas também de desejo.”
A necessidade de comunicação com as pessoas, especialmente aquelas que nos são próximas e com os amigos que nos valorizam e que nos fazem felizes é guardada durante uma vida inteira. Muito frequentemente, as pessoas mais velhas se retiram da vida social e da vida em família e perdem vários momentos da vida de seus filhos e de seus netos. Por isto, é muito importante manter contato com eles.
Tente não apenas visitá-los com mais frequência, mas convide-os também para irem à sua casa. Além disso, é muito importante encorajar a comunicação de pessoas mais velhas com pessoas da mesma idade deles. Este é o principal aspecto de lares para idosos e de diferentes tipos de grupos de interesse para pessoas idosas. No título enfatizamos a mãe, mas, é claro, que a pesquisa se refere aos idosos de um modo geral.

Texto de Sarah Schreiber – publicado originalmente em Wolman’s Day – Tradução e adaptação de Portal Raízes com ressalvas importantes do Portal do Envelhecimento. – Referência: Redação Bonde (2011). A solidão é um “assassino oculto” do idoso.